Em, inglês, a palavra recall quer dizer “chamar novamente, trazer de volta” em uma tradução livre. E quando esse termo diz respeito ao setor automotivo, geralmente ele diz respeito ao procedimento que as fabricantes de veículos precisam recorrer para identificar o lote de produtos que tenham apresentado defeitos. Então, eles chama a população para apresentar os carros e implementam um processo de correções, ajustes e retirada de carros do mercado, quando necessário.

 

Este dispositivo (também legal) faz parte da transparência na relação com o consumidor e é orientado, passo a passo, pelas empresas e órgãos responsáveis. Ele garante ainda que veículos de comunicação massiva (jornais, TV, rádio, impressos em geral e a internet) noticiem e, quando o cliente opta por ter o dinheiro devolvido ou a troca do produto defeituoso.

 

O Código de Defesa do Consumidor – CDC – também prevê que, com veículos, a lei seja clara quanto ao recall: serviços ou produtos que ofereçam riscos à segurança e saúde não podem ser comercializados. Portanto, a responsabilidade de comunicar os consumidores é dos fabricantes, no caso do mercado automobilístico.

 

No Brasil, a modernização da frota também acabou fomentando a realização de mais recalls em um período. E esse processo é natural, porque a medida que as melhorias são criadas e implementadas, tende-se a ter maior clareza sobre ajustes e correções nos projetos de automóveis, em todo o mundo.

 

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